De cores e flores assim quero os dias...

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Um livro é como uma janela. Quem não o lê, é como alguém que ficou distante da janela... ... e só pode ver uma pequena parte da paisagem.» Kahlil Gibran

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Olhares

Os olhos estão vivos
como dois faróis
como olhos de corujas
observando cada detalhe
de forma, cores e até o que vem além,
além do que há aqui ou ali...
olhares porta para o
observatório da vida,
onde tudo há de ser sempre
cristalino para olhos atentos...

terça-feira, 24 de junho de 2008

Preciso...

Eu preciso de uns dias pra mim. Uns dias pra ficar a toa, pra fazer qualquer coisa. Mas precisam ser dias meus.O ócio e o tédio me levaram a passear. Visitei o passado. Confesso que já há algum tempinho, semanas, tenho vislumbrado o passado de longe. Feito criança nas pontas dos pés, espiando quietinha pela janela. Só se vê o narizinho e as pontas dos dedinhos. Era como sentir um cheiro de bolo de cenoura no ar. Adoro bolo de cenoura. Senti o cheiro, espiei, mas antes de provar um pedaço lembrei que bolo quente queima a língua. E aí, não sentimos mais o sabor das coisas.Eu deixei aquele passado pra trás justamente por isso: não sentia mais o sabor das coisas.Mas a visita foi agradável, uma surpresa inesperada. Como caminhar na beira do mar, o vento batendo, as ondas brincando de molhar nossos pés e então vi um brilho na areia. Curiosa, remexi com o pé mesmo, e era uma concha. Dessas conchas que se ouve o barulho do mar. A minha concha tinha trilha sonora, musical.Foi agradável a experiência. O mar, o bolo.Mas eu preciso de uns dias pra mim. Por isso deixei o passado pra lá. Fui visitá-lo, apenas pra ter certeza de que o lugar do passado é onde ele está.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Crianças do Meu Coração

Crianças do meu coração

que tem a vidinha não tão pura,

que trazem já na bagagem

tristeza e sentimentos de fuga

de pessoas que são parte deles,

Deuses continuem me dando força e sabedoria

pra levar alegria e amor a vida desses seres

que me cercam e iluminam meus dias

quinta-feira, 19 de junho de 2008

AS BORBOLETAS SÃO PÉTALAS VOANDO...

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Te amo Vó...Estrela do meu Céu

Se a noite e o dia passassem como nuvens, sem cadeias, e os instantes da memória fossem vento nas areias! Se não houvesse saudade, solidão nem despedida... Se a vida inteira não fosse, além de breve, perdida! ... 2 Anos sem um pedaço do meu ser, pedi naquele dia que o tempo passasse rápido pensando que a dor se acalmaria, besteira a minha... o tempo me atendeu passou rápido mas a única coisa que sinto é a distancia vindo a passos largos, e a saudade se instalando mansamente dentro de mim, carrego na mente o sorriso mais puro, as risadas mais cativantes, as traduções das mais duras palavras, a pureza do olhar mais importante, a falta afaga o coração, como queria que o tempo corresse mais devagar, que nossos momentos tivessem passado em camera lenta, e nossas conversas tivessem durado até o amanhecer de amanha, poder passar a mão no teu rosto, pegar na tua mão e caminhar até a calçada, sentir a segurança que estou protegida... meus olhos se enchem de lágrimas, de saudades dos dias que jamais voltarão mas que pra sempre permanecerão... TE AMO MUITO VÓ... ÉS A PESSOA MAIS IMPORTANTE PRA MIM MEU PORTO!

MÚSICA...SEMPRE

Tem um tempinho que
ando tomando uma
“OVERDOSE” DE MÚSICA.
São tantas dicas, sugestões,
leituras e um
DOWNLOAD COMPULSIVO
de diversas músicas e álbuns.
da onde mais extraiu

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Para junto delas...

Voltei àquelas sepulturas pouco depois,
e parada ali descobri que tristeza era uma coisa muito pesada.
Meu corpo pesava duas vezes mais do que um momento atrás,
como se aquelas tumbas me puxassem para baixo, para junto delas.
Não há homem ou mulher que por acaso não se tenha olhado ao espelho e se surpreendido consigo próprio. Por uma fração de segundo a gente se vê como a um objeto a ser olhado. A isto se chamaria talvez de narcisismo, mas eu chamaria de: alegria de ser. Alegria de encontrar na figura exterior os ecos da figura interna: ah, então é verdade que eu não me imaginei, eu existo” . Clarice Lispector in A Descoberta do Mundo .